Lixo não existe! O seu fim de feira como solução ambiental

Foto publicada pelo coletivo VoodooHop mostra alimentos em ótimo estado colhidos no fim da feira


Lixo não existe! O reaproveitamento de resíduos há muito tempo deixou de ser uma questão discutida por ambientalistas para fazer parte do nosso cotidiano. Conheça abaixo algumas possibilidades para mudar o destino dos alimentos que não para a sua mesa.

EVITE DESPERDÍCIO :: VOODOOHOP
Recentemente, o coletivo  VoodooHop publicou uma foto em sua página no Facebook que mostrava alimentos em bom estado, recolhidos ao fim da feira do viaduto Major Quedinho, no Centro de São Paulo. "Enchemos duas caixas com couve-flor, rúcula, mandioca, bambu, salsinha, cebolinha, beterraba, cenoura, tomate, couve, alface, tudo lindo e bom para o consumo! E ainda sobrou muito", diz a legenda da foto que chama atenção para o nosso descaso com o que vai para o lixo.


COLHEITA URBANA :: BANCO DE ALIMENTOS
Outro grupo de atuação no reaproveitamento dos alimentos em São Paulo é a ONG Banco de Alimentos . Eles recolhem excedentes de produção e comercialização para complementar a alimentação de milhares de pessoas em situação de risco alimentar e social. "É como se colhêssemos pela segunda vez este alimento, daí o conceito, hoje formado, de “Colheita Urbana”.", diz o descritivo no site (http://www.bancodealimentos.org.br/) da organização, que diz também como você pode colaborar com a iniciativa.


COMPOSTAGEM :: PREFEITURA DE SÃO PAULO
Um projeto da Prefeitura de São Paulo, criado em agosto deste ano, mirou nas feiras livres e no que elas deixam para trás. Estima-se que 62 mil toneladas de lixo orgânico são gerados pela atividade por ano. A ideia do projeto é que este montante seja convertido em adubo. Segundo dados oficiais, 53% dos resíduos gerados são orgânicos e não aproveitados, ou seja, destinados para aterros. O plano é mudar este destino e envia-los para centrais de compostagem. Com isto, espera-se diminuir em 20 vezes a emissão do gás metano gerado a partir da sua decomposição e um dos ativos no efeito estufa.

O estudo pretende atuar nas 900 feiras livres da capital. São Mateus foi a primeira região a receber o serviço e há cinco meses o lixo orgânico deixou de ser despejado no aterro sanitário na divisa de Guarulhos para virar adubo. O gasto da prefeitura com as centrais de compostagem esbarra em R$ 500 mil por mês, não muito diferente do que ela gasta para destinar o resíduos das feiras nos aterros.


Quer saber como aproveitar melhor os alimentos que entram na sua casa? Aprenda como fazer render mais de cada um dos ingredientes da sua lista de compras assistindo o vídeo abaixo:







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